Dica de manutenção periódica: gasolina e óleo lubrificante

magnetron
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8 jan 2013

Gasolina

Os mecânicos de competição indicam que se use gasolina comum na maior parte do tempo. Isso porque não adianta usar gasolinas especiais, já que essa diferença é quase imperceptível na cidade e mesmo na estrada.

Apesar disso, um conselho: de vez em quando é bom abastecer um ou dois tanques com gasolina aditivada enquanto se faz uma viagem, assim, seu motor será “descarbonizado” e as partes móveis serão limpas.

ATENÇÃO: manter o tanque sempre cheio evita que se formem gotículas em sua parte superior, o que, a longo prazo, evita a formação de ferrugem e a oxidação das partes móveis da bomba e do carburador. Portanto, a dica é manter sempre o tanque tão cheio quanto possível, o que também impede que a bomba receba água ou sujeira (o que pode acontecer quando se anda muito “na reserva”, já que a água se sedimenta no fundo por ser mais pesada que a gasolina, e acaba indo parar no motor e dando o pontapé inicial para a falha geral!).


Óleo lubrificante

O uso do óleo sintético não é recomendado, uma vez que você só “completa o óleo!” e raramente o troca. O ideal é trocá-lo a cada 3 mil km, enquanto o filtro deve ser trocado a cada 6 mil km.

ATENÇÃO: as motos que andam em giro alto (entre 6 e 14,5 mil rpm), quebram as moléculas de óleo mais rapidamente, deixando-o mais “fino” e gerando a necessidade da substituição.

Recomendação para motos de alto giro: 20/40

Recomendação para motos com giro mais baixo:  até 20/50, o mesmo usado em carros

Acompanhar o som do motor também é importante, já que ele pode revelar muitas coisas, como por exemplo, o baixo nível de óleo que causa barulho excessivo nas engrenagens, algo distinto do que você ouve normalmente. Por isso, para conservar sua moto, controle sempre o nível de óleo.


Foto: Google

Fonte: Águias do Asfalto

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