Selésio Francisco Comin – guiado pelo desafio

magnetron
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30 maio 2019

         A história do Selésio com a Magnetron começa há mais de 40 anos e se mistura à própria história da empresa. Para sermos mais exatos, essa história começa no dia 16 de março de 1978, quando Selésio foi contratado, ainda em Joinville, como auxiliar de produção. Ele logo percebeu que poderia se especializar e crescer na empresa. Foi quando passou a frequentar o curso de ferramenteiro no Senai. Em dois anos, passou de auxiliar a líder da injetora (peça fundamental da linha de produção), coordenando uma equipe de 40 pessoas. Pouco depois se tornou supervisor, chegando a ter uma equipe de 300 colaboradores para gerenciar.

          De lá para cá, Selésio passou por várias mudanças junto com a Magnetron. Dá para dizer que, assim como a Mag, o Selésio também é guiado pelo desafio.Ele foi um dos responsáveis pela transição da Magnetron de Joinville para São José dos Pinhais, gerenciou uma linha de produção que empregava exclusivamente detentas e implantou uma filial da empresa em Manaus, no Amazonas, além de passar boa parte desses anos distante da esposa e dos dois filhos, que optaram por continuar vivendo em Joinville, mesmo quando a Magnetron se mudou definitivamente para São José dos Pinhais.

  • LIÇÕES DE GESTÃO

          Em 1994 Selésio percebeu que precisava de um método para lidar com grupos tão grandes e diferentes entre si quanto os que gerenciava. Passou ao cargo de gerente ao mesmo tempo em que a Mag se mudou para São José dos Pinhais. Selésio então teve a oportunidade de implementar a área de processos da Magnetron: foi quando a produção passou a ter processos melhores elaborados, os colaboradores passaram a saber da sua importância e ter metas e objetivos bem definidos: “Passamos a responsabilidade para o operador e isso fez a diferença, pois não era mais necessário cobrar para que as coisas acontecessem”, conta.

            No final dos anos 90, participou da implantação de uma linha de produção no presídio de Piraquara, na ala feminina. Lá, esteve no comando de 35 detentas, que exigiam habilidade no trato pessoal. O projeto deu certo e durou quatro anos. De lá, Selésio participou da transferência da linha de produção da Magnetron para Manaus. Foram mais quatro anos de aprendizado. O desafio foi grande: montar uma equipe do zero, em trinta dias. Ao final de um mês, havia 40 colaboradores na filial de Manaus. Em seis meses a equipe no Amazonas aumentou para 130 pessoas e ficou por três anos produzindo peças para montadoras como Honda, Yamaha e Denso.

          Selésio passou por todas as mudanças da Magnetron junto da empresa, inclusive quando a Magnetron passou a importar peças e diminuiu a produção própria. O desafio, então, passou a ser mais logístico do que produtivo. No final de 2009, o colaborador achou que era o momento de parar. Saiu da Magnetron e ajudou sua filha a montar uma empresa de prestação de serviços que atualmente conta com 180 colaboradores. Além de prestar consultoria para a empresa da filha, Selésio passou a criar gado de corte em um sítio em Celso Ramos, Santa Catarina. Mas em abril de 2011 um convite trouxe Selésio novamente a São José dos Pinhais. A presidente da Magnetron, Denise Remor, solicitou a volta do gerente, desta vez como prestador de serviços. Até hoje, mesmo aposentado, Selésio continua se dividindo entre a esposa, os dois filhos e quatro netos, estabelecidos em Joinville, e o serviço na Magnetron. Quando perguntado sobre o porquê ainda continuar trabalhando, ele responde: “me divirto igual pescar”.

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